A compra do imóvel próprio provavelmente será o maior investimento que você fará na vida. Portanto é preciso ter calma, paciência e muito planejamento financeiro, a fim de poupar e organizar seus gastos da melhor forma possível. Abaixo separamos dez dicas que vão ajudar você  nesse processo. Confira!

1 – Poupe dinheiro para dar entrada no financiamento

Para começar o investimento em um imóvel é importante que você poupe dinheiro para dar entrada no financiamento. Guarde 20% do valor do imóvel, considerando que a maioria das linhas de crédito permite financiar até 80% do valor.

2 – Controle seus gastos

Para poupar esse dinheiro, faça um controle de todos os seus gastos. Crie uma planilha e coloque nela todas as suas despesas mensais. Assim você poderá calcular suas economias e descobrir quanto sobrará para investir no imóvel.

3 – O segredo é conseguir economizar

Com base nesse orçamento, tente economizar um pouco mais e estabeleça um percentual mensal da sua renda a ser poupado por mês.

Considere também a possibilidade de cortar alguns gastos para atingir a quantia desejada.

Lembre-se: quanto mais conseguir poupar, menos vai pagar de juros. Os valores das parcelas serão menores e o seu imóvel será quitado mais rapidamente.

4 – Aplique o seu dinheiro

Não deixe esse dinheiro parado!

Aplique-o em algum investimento financeiro de pouco risco que pode render ao longo do tempo.  Os mais indicados nesse caso são as poupanças ou fundos de renda fixa.

5 – Tenha calma e paciência

Não se desespere para comprar o seu imóvel; pressa nesse momento não é bem-vinda. Procure, pesquise, visite o imóvel ou conheça a planta e converse com profissionais da área, para que auxiliem você na melhor escolha.  Tudo deve ser decido com calma; leve em conta suas necessidades e realidade financeira. Não adianta escolher a casa/apartamento dos sonhos e não ter dinheiro para pagá-la.

6 – Chegou a hora de fazer o financiamento

Com o valor da entrada em mãos é o momento de fazer o seu financiamento. Lembre-se que é preciso ter muita responsabilidade e plena consciência da dívida, que pode durar até 35 anos, dependendo do prazo do financiamento.

Busque guardar pelo menos 30% da sua renda mensal para arcar com os gastos; dessa forma você se acostumará a viver sem essa parcela do seu orçamento.

7 – Fique atento com as taxas de juros

As taxas de juros de um financiamento podem variar muito de um banco para outro. Em vista disso fique atento e procure o banco que melhor atende às suas necessidades. Faz toda diferença, por exemplo, pagar uma taxa  de 10% no banco ”X” ou de 12% no banco “Y”.

8 – Usar o FGTS é uma opção

Seu FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) pode ser útil nesse momento. Seu uso é permitido para  aquisição e financiamento de imóveis. Mas antes pesquise as condições e taxas do banco e avalie se o uso do FGTS é a melhor opção.

9 – Economize para despesas adicionais

Os seus gastos não se limitam às parcelas do financiamento. Não se esqueça que outras despesas surgirão, como as taxas de transferência e documentação, além de despesas com IPTU (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), condomínio, seguro, alimentação, contas de água, luz, telefone, dentre outras.

Diante disto é imprescindível que você se prepare financeiramente para arcar com esses gastos extras.

10 – A localização do imóvel interfere em seu valor

Leve em conta a localização do seu imóvel. Se ele está situado em um bairro nobre da cidade, o seu custo de vida pode ser muito maior do que o esperado e impactar diretamente em seu orçamento. Sendo assim, considere esse ponto de extrema importância.